Sem (Realidade?)
Vejo a noite pontualmente beijada pela difusa luz amarela de uma iluminação fraca. Remeto o pensamento ao nada. Tento devorar cada imagem que diante dos meus olhos se apresenta. Não penso. Ilumino-me bafejado pela capacidade de ver o irreal. Nada é como se apresenta. A verdade da realidade paralela sorri em meu ser... Adoro esta maldição que vive em mim!


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