domingo, 9 de maio de 2010

Gracejo

Gracejo da clara epifania aberta no rasgar de um céu que permanece fechado no chilrear pleno de vazio de um pássaro. Desmonto preto no branco o cinzento chuva do tanto que vejo, colocando minha visão muito para lá que a minha vista alcança... Em solene dormência assim permaneço imóvel...