Calmaria
Vivo na ambiguidade nua de uma guerra aberta entre duas vontades em mim. Entre o laxismo misericordioso e a revolta primaria, que áspera, adensa o raciocínio em busca da leveza rude. Não nego a presença em mim de tanto que me perturba. Não escondo a ansiedade infantil de algo doce que se perfila diante do meu destino. Reclamo meu direito ao sorriso temente da insegurança que me sustenta os dias. Calo... Acalmo... A calmaria de tempestade vestida de olhar profundo, em vida plena emerso onde afogo meu tempo.


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