G.
Preâmbulo
"Mas confesso que tenho medo que o tempo passe rápido... Passou tão rápido até agora... E começo a ter medo que o tempo continue a passar assim, sem me aperceber vou-me apercebendo que penso no futuro e me esqueço do agora. O tempo passa e o presente são todos os dias que não existiram porque estou mais focada em um futuro que pode nem acontecer."
Raramente a tela do meu pensamento é salpicada por cores que invejo ter sonhado mas que na minha leveza de opaca densidade me são proibidas imaginar. Resta-me beber a vida em goles modestos, adocicados pela promessa humilde de uma chuvada tépida que pontualmente pode iluminar o dia. Nem tudo o que leio reconheço mestria. Invariavelmente sinto o sabor de uma reflexão lógica embrulhada em métrica e temperada de uma rima rima forcada... Ímpia. Mas nas raras vezes que me tocam as palavras... Vejo os contornos a letras d'alma onde o mistério do orvalho da manhã condensa todas as emoções contidas de uma noite perdida em confissões trocadas com a lua. Fazem recuar o tempo... Crer... Querer... Ser... Ter... Não são as palavras dos outros que me fazem escrever... Mas nelas vejo a esperança que julgo erradicada no dicionário com que vou folheando a vivência do sentir em mim.
"Mas confesso que tenho medo que o tempo passe rápido... Passou tão rápido até agora... E começo a ter medo que o tempo continue a passar assim, sem me aperceber vou-me apercebendo que penso no futuro e me esqueço do agora. O tempo passa e o presente são todos os dias que não existiram porque estou mais focada em um futuro que pode nem acontecer."
Raramente a tela do meu pensamento é salpicada por cores que invejo ter sonhado mas que na minha leveza de opaca densidade me são proibidas imaginar. Resta-me beber a vida em goles modestos, adocicados pela promessa humilde de uma chuvada tépida que pontualmente pode iluminar o dia. Nem tudo o que leio reconheço mestria. Invariavelmente sinto o sabor de uma reflexão lógica embrulhada em métrica e temperada de uma rima rima forcada... Ímpia. Mas nas raras vezes que me tocam as palavras... Vejo os contornos a letras d'alma onde o mistério do orvalho da manhã condensa todas as emoções contidas de uma noite perdida em confissões trocadas com a lua. Fazem recuar o tempo... Crer... Querer... Ser... Ter... Não são as palavras dos outros que me fazem escrever... Mas nelas vejo a esperança que julgo erradicada no dicionário com que vou folheando a vivência do sentir em mim.


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