Poemas
Se algum dia
Na floresta da vida
Me perder,
Em teus braços
Sonho me encontrar
Embalado pela alegria
Envolto no teu olhar
Mas desconhecendo
(o caminho)
De teu sentimento
Temo partir outra vez
Na inconstante busca
De meu tormento
Derrotista?
Não!
Convicto de um fado
Em tortas linhas
Traçado
Porque tal dom Quixote,
Busco na ilusão
Uma resposta para
(ou uma questão?)
meu melancólico sentir
Procuro uma régua
Que na imaginação existe
Para por fim Esta vida,
endireitar.
Mas por encanto
Sinto que minha busca
No eterno sempre
Persiste.
Em meu ser
Teu olhar escondi
Teu sorriso guardei
Não por vergonha
Mas por receio
De tanto sentir
Correspondido não ser
Guardei na memoria
(do meu sentir,)
teu etero olhar.
Sonhei acima
da fadada condição
(humana)
O desencontro num filme
a preto e branco
onde todas as cores
magicamente ganham
seu verdadeiro tom,
preenchendo-as
de um terno encantamento.
Contemplo no teu sorriso
a força da vida que torna
a desértica secura milenar
da desilusão
na mais pura e imaculada alegria.
Vejo.
Revejo.
Relembro.
Porquê?
Brado aos céus
num grito silencioso
que ecoa inaudível
pelos quatro cantos do meu ser
inundando-o de uma suave
dormência.
Inebriado
(pela tua presença)
absorvo cada instante
cada gesto cada palavra
como se o ultimo se tratasse.
Algemo minha vontade
de te abraçar
e teu olhar no meu
confrontar
Na floresta da vida
Me perder,
Em teus braços
Sonho me encontrar
Embalado pela alegria
Envolto no teu olhar
Mas desconhecendo
(o caminho)
De teu sentimento
Temo partir outra vez
Na inconstante busca
De meu tormento
Derrotista?
Não!
Convicto de um fado
Em tortas linhas
Traçado
Porque tal dom Quixote,
Busco na ilusão
Uma resposta para
(ou uma questão?)
meu melancólico sentir
Procuro uma régua
Que na imaginação existe
Para por fim Esta vida,
endireitar.
Mas por encanto
Sinto que minha busca
No eterno sempre
Persiste.
Em meu ser
Teu olhar escondi
Teu sorriso guardei
Não por vergonha
Mas por receio
De tanto sentir
Correspondido não ser
Guardei na memoria
(do meu sentir,)
teu etero olhar.
Sonhei acima
da fadada condição
(humana)
O desencontro num filme
a preto e branco
onde todas as cores
magicamente ganham
seu verdadeiro tom,
preenchendo-as
de um terno encantamento.
Contemplo no teu sorriso
a força da vida que torna
a desértica secura milenar
da desilusão
na mais pura e imaculada alegria.
Vejo.
Revejo.
Relembro.
Porquê?
Brado aos céus
num grito silencioso
que ecoa inaudível
pelos quatro cantos do meu ser
inundando-o de uma suave
dormência.
Inebriado
(pela tua presença)
absorvo cada instante
cada gesto cada palavra
como se o ultimo se tratasse.
Algemo minha vontade
de te abraçar
e teu olhar no meu
confrontar


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