Magna est Veritas!

Vivo com uma máscara. Escondo-me por traz de um sorriso de uma insegura segurança. Confio desconfiado nas pessoas e nas verbalizações que as suas bocas emitem. Verdade ou Mentira? Sinto-me um detector de mentiras que, em permanente alerta analisa palavra a palavra as frases, sentido o pulsar da mentira. Dou corda. Faço de conta acreditar. O olhar sincero com que são ditos os pensamentos e ideias revolta-me… Fascina-me… Fascina-me até que ponto estão as pessoas dispostas a ira para mostrar a sua falsa sinceridade. Enoja-me… Encanta-me… Encanta-me ver o carácter mesquinho das pessoas a vir à tona do oceano da sua mediocridade colectiva, pensando que estão a mostrar o seu lado mais puro e sincero. Mordo em silêncio o meu riso. Ahhh… Se ao menos soubessem como é transparente a mentira.
Talvez seja mea culpa. Sem duvida. As pessoas não têm culpa que eu tenha uma memória fotográfica. Consiga lembrar-me de pormenores mais insignificantes e irrelevantes que, aparentemente, para o comum dos impuri são esquecidos. Mas… esquecidos estão os inomináveis que são os pormenores que os traem… Que são esses pequenos nadas que fazem incidir a luz expondo o seu ser.
As pessoas não têm culpa... Todos nascemos puros e verdadeiros. Aprendemos a mentir na infância. Aquelas pequenas e inocentes mentiras que escapam dos nossos lábios. Que nos salvam. A sociedade e os nossos pares fazem o resto corrompem invadem barbaramente o nosso ser manchando-o com a indelével marca da falsidade. Esquecidas estão as pessoas que ao mentirem não mentem aos outros “apenas”. Mentem a si próprias.
Decidi. Pensei. Interiorizei a minha vida em breves horas de frenético pensamento. Vou reescrever-me. Vou encontrar um equilíbrio entre eu mesmo e a minha mascara. Se um já não sou, o outro também não. A minha instabilidade daí advém. O não me identificar comigo mesmo. Este equilíbrio por ténue que seja tem de triunfar. Sairei das trevas da inexistência mais forte e decido que a mascara que uso mas com um coração que me permitirá confiar novamente nas palavras das pessoas quando são sentidas.
Talvez seja mea culpa. Sem duvida. As pessoas não têm culpa que eu tenha uma memória fotográfica. Consiga lembrar-me de pormenores mais insignificantes e irrelevantes que, aparentemente, para o comum dos impuri são esquecidos. Mas… esquecidos estão os inomináveis que são os pormenores que os traem… Que são esses pequenos nadas que fazem incidir a luz expondo o seu ser.
As pessoas não têm culpa... Todos nascemos puros e verdadeiros. Aprendemos a mentir na infância. Aquelas pequenas e inocentes mentiras que escapam dos nossos lábios. Que nos salvam. A sociedade e os nossos pares fazem o resto corrompem invadem barbaramente o nosso ser manchando-o com a indelével marca da falsidade. Esquecidas estão as pessoas que ao mentirem não mentem aos outros “apenas”. Mentem a si próprias.
Decidi. Pensei. Interiorizei a minha vida em breves horas de frenético pensamento. Vou reescrever-me. Vou encontrar um equilíbrio entre eu mesmo e a minha mascara. Se um já não sou, o outro também não. A minha instabilidade daí advém. O não me identificar comigo mesmo. Este equilíbrio por ténue que seja tem de triunfar. Sairei das trevas da inexistência mais forte e decido que a mascara que uso mas com um coração que me permitirá confiar novamente nas palavras das pessoas quando são sentidas.


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