A VIDA MUDOU
Há muito tempo que não blogava. para ser sincero há demasiado tempo.
A minha vida mudou. Mudou muito, sentido que retrocedi 15 anos. Mas afinal o que é a vida?A vida não é mais que uma sucessão de caminhos que percorremos.Muitas vezes nós próprios decidimos que sentido tomamos nas encruzilhadas com que nos deparamos e vivemos assim neste simples dilema... Que devo fazer?.
Mas, na vida há sempre um (não um mas demasiados) mas, que nos moldam e impedem de seguir-mos o sentido que
pretendia-mos e como tal vemos-mos na circunstância de outros decidirem o nosso caminho. Esta destruição da
possibilidade de escolha afecta tanto a nossa vida profissional, pessoal indeferindo o nosso ser de ser quem pretendia-mos.
Eu arrependo-me de não ter dado a devida atenção à pessoa que me é mais querida.
Deveria ter feito muito mais. Deixei-me seguir em frente, iludido, com a realidade que me envolvia, pensando no fumo de um cigarro ou sofando (deitado no sofá) enquanto percorria os canais de um operador de cabo. Com o olhar toldado, não fiz tudo o que devia.
Agora lamento todos os instantes em que podendo a abraçar, beijar, mostrar o quanto a amava, dar insignificantes,
mas sinceras provas de amor, não o fiz. Deveria ter contemplado mais aquele olhar podendo dessa forma sentir o pulsar dos seus sentimentos da sua tristeza da sua alegria...
A minha vida mudou. Mudou muito, sentido que retrocedi 15 anos. Mas afinal o que é a vida?A vida não é mais que uma sucessão de caminhos que percorremos.Muitas vezes nós próprios decidimos que sentido tomamos nas encruzilhadas com que nos deparamos e vivemos assim neste simples dilema... Que devo fazer?.
Mas, na vida há sempre um (não um mas demasiados) mas, que nos moldam e impedem de seguir-mos o sentido que
pretendia-mos e como tal vemos-mos na circunstância de outros decidirem o nosso caminho. Esta destruição da
possibilidade de escolha afecta tanto a nossa vida profissional, pessoal indeferindo o nosso ser de ser quem pretendia-mos.
Eu arrependo-me de não ter dado a devida atenção à pessoa que me é mais querida.
Deveria ter feito muito mais. Deixei-me seguir em frente, iludido, com a realidade que me envolvia, pensando no fumo de um cigarro ou sofando (deitado no sofá) enquanto percorria os canais de um operador de cabo. Com o olhar toldado, não fiz tudo o que devia.
Agora lamento todos os instantes em que podendo a abraçar, beijar, mostrar o quanto a amava, dar insignificantes,
mas sinceras provas de amor, não o fiz. Deveria ter contemplado mais aquele olhar podendo dessa forma sentir o pulsar dos seus sentimentos da sua tristeza da sua alegria...


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