terça-feira, 1 de agosto de 2006

Livre..



Divórcio. Assim termina o suplicio. Mas sem sofrer. Sinto até um alivio. Uma calma por ter chegado ao fim uma contradição. Um engano. Uma Ilusão. Sinto-me livre. Quebradas estão as grilhetas do meu sentir, posso finalmente abrir asas e voar mais alto. Sentir o calor do sol sem o receio da culpa. Culpa de quê? De acreditar em mentiras? De aceitar omissões, traições, enganos, ilusões e manipulações? Estou Livre! Sou Livre!