terça-feira, 15 de agosto de 2006

Desabafo!

Parece impossível mas sinto-me apaixonado. Protejo o que sinto não atrás de uma mácara pois essa já não a tiro mas por uma couraça de uma liga resistente a todas as possiveis invasões. Que sentirá ela? Tento ve-la todos os dias. Luto para ter a honra de cruzar o meu olhar com o dela, para poder admirar o seu sorriso. Devoro cada momento como se o último instante anterior ao juizo final se tratasse. Proclamo em surdina o que sinto aos quatro ventos. Saboreio cada gesto seu como se sequioso, tivesse atravessado um deserto infinito e presenciasse a mais pura, fresca e cristalina das águas. Desligo todos os sentidos com a excepção da audição e tento filtrar na desordem ruidosa que me rodeia a voz dela. Consigo. Agradeço esta dádiva. Mantenho-me distante. Finjo estar concentrado no trabalho, penso nela. Revejo-a inecessantemente o sorriso, o olhar. Estou perdido. Desabafo virtual aqui entrego.

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Livre..



Divórcio. Assim termina o suplicio. Mas sem sofrer. Sinto até um alivio. Uma calma por ter chegado ao fim uma contradição. Um engano. Uma Ilusão. Sinto-me livre. Quebradas estão as grilhetas do meu sentir, posso finalmente abrir asas e voar mais alto. Sentir o calor do sol sem o receio da culpa. Culpa de quê? De acreditar em mentiras? De aceitar omissões, traições, enganos, ilusões e manipulações? Estou Livre! Sou Livre!